Ontem reli os poemas
E Maia, a deusa
Disse-me que nada era meu.
E Maia, a deusa
Disse-me que nada era meu.
"...Ilusão, ilusão, veja as coisas como elas são..."
Então, com os olhos limpos pelo mar
Olhei-os com a transparência da água
E não me vi!
Não era eu!
Eu não sou assim!
Claro, que todos queremos ter um retrato
Poético do nosso ser
Mas, os poetas escrevem seus seres,
Seu mundo.
E quem lê rejeita o ser poeta
E o poeta recusa o ser leitor.
Vi latejar o significado
Por detrás de cada frase
Senti o pulso por ele mesmo.
Agora, só leio com os olhos de fora
Nada teu envolve ou ri.
Fechei o poeta
E comecei a me ver,
Sentir minha própria ilusão
E aqui escrevo
Não para ninguém
Mas, para mim!
Então, com os olhos limpos pelo mar
Olhei-os com a transparência da água
E não me vi!
Não era eu!
Eu não sou assim!
Claro, que todos queremos ter um retrato
Poético do nosso ser
Mas, os poetas escrevem seus seres,
Seu mundo.
E quem lê rejeita o ser poeta
E o poeta recusa o ser leitor.
Vi latejar o significado
Por detrás de cada frase
Senti o pulso por ele mesmo.
Agora, só leio com os olhos de fora
Nada teu envolve ou ri.
Fechei o poeta
E comecei a me ver,
Sentir minha própria ilusão
E aqui escrevo
Não para ninguém
Mas, para mim!
(Giselle Maria)

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