quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

DESDE QUE O SAMBA É SAMBA É ASSIM!


E há um ritmo tão gostoso que misture as classes sociais como o samba?!
Mesmo antes de ter a batida do samba, quando ainda era o o maxixe, o ritmo arrebatava o povo para um ritual de festa, de confraternização! Herança de nossa essência, os negros! 
Com o tempo o samba foi ficando mais cadênciado, mais ritmado, porém desde o primeiro samba gravado"PELO TELEFONE de Donga" até os mais recentes, não há quem não se mexa, quem não sinta o coração bater no compasso do surdo, quem não sorria enquanto se cantarola um samba!
Há duas semanas atrás fui prestigiar um amigo músico queridíssimo, Adriano Ribeiro. É um daqueles amigos que você quer sempre estar perto, astral, um papo que nunca tem fim, apenas uma pausa para bebericar a cerveja...srsrsrs...
E sempre que nos encontramos assunto musical é o que não falta! Gravou um cd para mim só de samba com duas cantoras que não conhecia, Aline Calixto e Sandra Santos, e como sei que tudo que ele pesquisa é muito bom, cheguei em casa, sentei e me preparei para ouvir aquele som...SIMPLESMENTE DIVINO!!!
A cantora Aline Calixto é de um timbre doce, cadênciado, com canções de compositores que busca por esse Brasil afora! E haja compositor bom, hein?!
Enfim, deixemos a prosa de lado e vamos ouvir essa bela canção "ENFEITIÇADO".
Beijos Musicais!!!!

sábado, 22 de janeiro de 2011

PORQUE HOJE É SÁBADO...

Hoje que a tarde é calma e vazia
E que o meu amor vaga pelas ruas
O interessante é saber que é sábado.

Posso não ter com quem dançar
Nem onde me apoiar
Ou mesmo não saber o que tomar.

Mas, ser sábado basta
Palavra do descanso,
O dia do passeio.

Os namorados passam...
A solidão passa
Hoje, passo
Porque Vinícius já dizia:
"Porque hoje é sábado e  amanhã é domigo."

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

JANELA DA ALMA

Que as forças cegas se domem pela visão que a alma tem!" Fernando Pessoa


É assim, com essa máxima de Fernando Pessoa que quero começar a nossa apresentação...Sendo quem somos, como somos e pela visão que temos de nossa própria janela...Esteja ela quebrada, trincada, limpa, suja, com pó, molhada, pintada de azul, fechada, entreaberta...O que importa é tê-la! O que se avista é o que queremos!


Uma dica já que estamos falando de realidade própria...







Sinopse
Dezenove pessoas com diferentes graus de deficiência visual, da miopia discreta à cegueira total, falam como se vêem, como vêem os outros e como percebem o mundo. O escritor e prêmio Nobel José Saramago, o músico Hermeto Paschoal, o cineasta Wim Wenders, o fotógrafo cego franco-esloveno Evgen Bavcar, o neurologista Oliver Sacks, a atriz Marieta Severo, o vereador cego Arnaldo Godoy, entre outros, fazem revelações pessoais e inesperadas sobre vários aspectos relativos à visão: o funcionamento fisiológico do olho, o uso de óculos e suas implicações sobre a personalidade, o significado de ver ou não ver em um mundo saturado de imagens e também a importância das emoções como elemento transformador da realidade ­ se é que ela é a mesma para todos